Psicanalista com alma de cuidadora emocional. Antes da escuta clínica, vem a escuta da vida.
Escolher o caminho da Psicanálise não foi apenas uma decisão profissional.
Foi o resultado de uma jornada intensa como mulher, mãe, profissional do mundo corporativo — e, principalmente, como alguém que precisou reorganizar a própria vida emocional em muitos momentos.
Carrego em mim a escuta de quem sabe o que é sentir demais, de quem já precisou reaprender a se enxergar, a se acolher, a reconstruir a própria força nos silêncios mais difíceis.
Essa bagagem de vivências humanas me tornou mais sensível ao que não é dito — ao que fica escondido por trás dos sorrisos que a gente força, das escolhas que fazemos no piloto automático, das dores que vamos empurrando porque “a vida não para”.